Esta ficha de emprego foi preenchida por um jovem rapaz para o McDonald's no
Rio de Janeiro.
Serve também para se observar a quantidade de perguntas cretinas que são
feitas ao Candidato.
A empresa o contratou por ter considerado a ficha honesta e engraçada.
FICHA DE EMPREGO
NOME : Julio Moura
SEXO : Ainda não. Estou esperando pela pessoa certa.
CARGO DESEJADO : Presidente ou Vice-Presidente da Companhia.
Falando sério, qualquer um que esteja disponível. Se eu estivesse em posição
de escolher, eu não estaria me inscrevendo aqui.
SALÁRIO DESEJADO : US$ 15.000,00 por mês e todos os privilégios existentes.
Se não for possível, façam uma oferta e poderemos chegar a um acordo.
EDUCAÇÃO: Sim.
ÚLTIMO CARGO OCUPADO : Alvo de hostilidade da gerência.
ÚLTIMO SALÁRIO : Menos do que mereço.
MAIS IMPORTANTE META ALCANÇADA NO ÚLTIMO EMPREGO:
Minha incrível coleção de canetas roubadas e de mensagens post-it.
RAZÃO DA SAÍDA DO ÚLTIMO EMPREGO : Era um lixo.
HORÁRIO DISPONÍVEL PARA O TRABALHO : Qualquer um.
HORÁRIO PREFERIDO : Das 13:30h às 15:30h, segundas, terças e quintas.
VOCÊ TEM ALGUMA QUALIDADE ESPECIAL ? Sim, mas é melhor se ela for colocada
em prática em ambientes mais íntimos.
PODEMOS ENTRAR EM CONTATO COM SEU ATUAL EMPREGADOR ?
Se eu tivesse algum, eu estaria aqui ?
VOCÊ TEM ALGUMA CONDIÇÃO FÍSICA QUE O PROÍBA DE LEVANTAR PESOS DE ATÉ 25kg?
25 kg de quê ?
VOCÊ POSSUI CARRO ? : Eu acho que a pergunta mais apropriada seria: Você tem
um carro que funciona?
VOCÊ JÁ RECEBEU ALGUM PRÊMIO OU MEDALHA DE RECONHECIMENTO?
Talvez. Eu já fui um ganhador da Raspadinha Elma Chips.
VOCÊ FUMA ? No trabalho não, nos intervalos sim.
O QUE VOCÊ GOSTARIA DE ESTAR FAZENDO EM CINCO ANOS? :
Vivendo nas Bahamas, com uma super modelo loura, incrivelmente rica, burra,
sexy e que pensa que eu sou a melhor coisa que surgiu desde a invenção do
pão de forma Na verdade, eu gostaria de estar fazendo isso agora.
VOCÊ AFIRMA QUE O CONTEÚDO ACIMA É VERDADE E COMPLETO DO SEU CONHECIMENTO?
Sim. Com certeza.
O diálogo abaixo é verídico e aconteceu em outubro de 1995 entre um navio da Marinha Norte-Americana e as autoridades costeiras do Canadá, próximo ao litoral de Newfoundland.
Os americanos começaram na maciota: - Favor alterar seu curso 15 graus para norte para evitar colisão com nossa embarcação. Câmbio! Os canadenses responderam de pronto: - Recomendo mudar o SEU curso 15 graus para sul. Câmbio! O americano ficou mordido: - Aqui é o capitão de um navio da Marinha Americana. Repito, mude o SEU curso. Mas o canadense insistiu: - Não. Mude o SEU curso atual. Câmbio! O negócio começou a ficar feio. O capitão americano berrou ao microfone: - ESTE É O PORTA-AVIÕES USS LINCOLN, O SEGUNDO MAIOR NAVIO DA FROTA AMERICANA NO ATLÂNTICO. ESTAMOS ACOMPANHADOS DE TRÊS DESTROYERS,TRÊS FRAGATAS E NUMEROSOS NAVIOS DE SUPORTE. EU EXIJO QUE VOCÊS MUDEM SEU CURSO 15 GRAUS PARA NORTE, OU ENTÃO TOMAREMOS CONTRAMEDIDAS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DO NAVIO. CÂMBIO! E o canadense respondeu: - Aqui é um farol. Câmbio! Às vezes a nossa arrogância nos faz cegos... quantas vezes criticamos a ação dos outros, quantas vezes exigimos mudanças de comportamento nas pessoas que vivem perto de nós quando na verdade nós é que deveríamos mudar o nosso rumo.
Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão.
Conversa entre os dois vizinhos: - Ele vai comer o meu coelho! - De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, "pegar" amizade... E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças, felizes com os dois animais. Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem: - O vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso! Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora?! Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá 'fora, lambendo os seus ferimentos. - Já pensaram como vão ficar as crianças? Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível: - Vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha. E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. Logo depois ouvem os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças. - Descobriram! Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma. - O que foi? Que cara e essa? - O coelho, o coelho... - O que tem o coelho? - Morreu! - Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem. - Morreu na sexta-feira! - Na sexta? - Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora reapareceu! A história termina aqui.
O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo de infância. Depois de muito farejar, descobre o corpo morto e enterrado. O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos, imaginando fazer ressuscitá-lo. E o ser humano continua julgando os outros... Outra lição que podemos tirar desta história é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu. Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade? Histórias como esta são para pensarmos bem nas atitudes que tomamos